A doação deste foral tinha por objectivo reforçar o povoamento da região e por consequência a defesa da fronteira, uma vez que esta região situava-se na fronteira com o Reino de Leão e com os territórios muçulmanos do Al-Andalus.
sábado, janeiro 23, 2021
215 ANOS DO FORAL DE IDANHA-A-NOVA
Em 23 de Janeiro de 1206, D. Sancho I entregava à Ordem do Templo, através da concessão de um foral, a vila de Idanha-a-Nova, com todos os seus limites e direitos e confirmava-lhes ainda a posse de Idanha-a-Velha.
segunda-feira, agosto 03, 2020
SELO REPRESENTANDO UMA MOEDA - TRIDENTE DE OURO - ENCONTRADA EM IDANHA-A-VELHA
Mais uma vez os CTT emitiram em 22 de Abril um selo relativo ao distrito de Castelo Branco, desta vez trata-se de uma moeda datada de 710-711- Tridente de Ouro - encontrada em Idanha-a-Velha, inserida na emissão-base «Numismática Portuguesa», 1º grupo, selos auto-adesivos.
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sábado, julho 11, 2020
Serra da Estrela confirmada como Geopark Mundial da UNESCO

“Este é o reconhecimento internacional que esta montanha tanto merecia e
que coloca a Estrela num patamar de relevância global”. Em Portugal, a
Estrela junta-se assim a geoparks nos Açores, Arouca, Naturtejo e Terras
de Cavaleiros.
O Geopark Estrela foi reconhecido esta sexta-feira como Geopark
Mundial pelo Conselho Executivo da UNESCO, Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a Cultura. “Um marco histórico”, considera
a câmara da Guarda, enquanto a Associação Geopark Estrela assinala que a
distinção eleva a serra ao patamar global.
A candidatura da Serra da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO foi entregue em Novembro de 2017, foi aprovada pelo Conselho Mundial de Geoparks em setembro de 2019 e foi ratificada por aquele organismo numa reunião do Conselho Executivo.
A UNESCO refere numa nota publicada no seu site que aprovou a designação de 15 novos Geoparques Globais na Europa, Ásia e América Latina, o que eleva a Rede Global de Geoparques “para 161 em 44 países”.
Para além do Geopark Estrela, a UNESCO também designou os Geoparks
Cliffs of Fundi e Discovery (Canadá), Xiangxi e Zhangye (China),
Lauhanvuori-Hämeenkangas (Finlândia), Toba Caldera (Indonésia), Rio Coco
(Nicarágua), Hantangang (República da Coreia), Yangan-Tau (Rússia),
Djerdap (Sérvia), Granada e Maestrazgo (Espanha), The Black Country
(Reino Unido), Dak Nong (Vietname) e Kula-Salihli (Turquia).
Jornal Público online, 11/07/2020
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sábado, junho 27, 2020
SELOS DEDICADOS A NOSSA SENHORA DO ALMURTÃO
Os CTT pela segunda vez dedicaram um selo a Nossa Senhora do Almurtão, padroeira de Idanha-a-Nova, desta vez na emissão Festas e Romarias, com o valor facial de 0,53 cts. Anteriormente em 2013, na emissão Festas Tradicionais, um selo com o valor facial de 1,70 euros tinha retratado a romaria de Nossa Senhora do Almurtão. Com este novo selo, Nossa Senhora do Almurtão, torna-se uma das santas com mais selos dedicados na filatelia portuguesa.


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quinta-feira, junho 25, 2020
Beira Interior perdeu 32 mil habitantes em oito anos

Em
apenas oito anos, e segundo dados do Instituto Nacional de Estatística,
a Beira Interior perdeu 32.490 dos seus residentes. No ano de 2011,
tinha 353.480 habitantes e, em 2019, contava 320.990. Uma razia
certamente agravada pelas políticas de austeridade impostas pela Troika,
já que parte dos anos em análise coincide com a crise em que Portugal
esteve mergulhado e que obrigou muitos portugueses a procurar melhores
condições de vida noutros países.
Todos
os concelhos desta faixa interior perderam população naquele período,
como, de resto, já estavam a perder há muitos anos. E a sangria
dificilmente será estancada sem medidas radicais para conter o êxodo
para os centros urbanos.
Vila
de Rei foi o concelho da região que menos habitantes perdeu, entre 2011
e 2019, passando de 3.470 para 3.323 (um queda de “apenas” 147
pessoas).
Toda
a região continua a perder habitantes e nalguns casos, como o da
Covilhã, a perda populacional atingiu 4.409 pessoas em oito anos,
passando de 51.196 habitantes, em 2011, para os 46.787 em 2019. O
concelho foi, aliás, dos que mais população perdeu entre os principais
centros urbanos desta região.
In, Jornal do Fundão, 25/06/2020
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sexta-feira, maio 29, 2020
domingo, maio 17, 2020
sexta-feira, maio 08, 2020
MUSEUS CENTENÁRIOS - SELO MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
Mais uma vez os CTT emitiram em 21 de Março um selo relativo ao distrito de Castelo Branco, desta vez na emissão «Museus Centenários», relembrando o centenário do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, fundado em 1910.
quarta-feira, abril 08, 2020
quarta-feira, março 25, 2020
sábado, outubro 19, 2019
CALÇADA ROMANA DE ALCONGOSTA EM PERIGO
No passado Sábado constatámos infelizmente que as operações de corte
das árvores queimadas em curso na zona envolvente da calçada romana de
Alcongosta estão a levar a que se faça circulação de maquinaria pesada
sobre esta via, contribuindo para acelerar a sua degradação de forma
drástica.
Esta situação já foi comunicada à Câmara Municipal do
Fundão assim como à Junta de Freguesia de Alcongosta e Agência de
Desenvolvimento Gardunha 21 de forma a que sejam tomadas medidas de
salvaguarda solicitando ao mesmo tempo para que se avance para a há
muito necessária interdição de circulação de veículos motorizados sobre a
calçada.
Trata-se de um elemento patrimonial de grande
importância da nossa Serra, tanto em termos históricos como simbólicos,
já que se trata de uma ponte entre Norte e Sul utilizada há cerca de
2.000 anos. Associados a esta calçada estão outros elementos
patrimoniais como as lagariças escavadas na rocha e, recordamos, foi
aqui que em 2018 descobrimos um altar romano.
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terça-feira, agosto 13, 2019
terça-feira, julho 30, 2019
sexta-feira, julho 26, 2019
A LENDA DO GARGANA
De entre todas as lendas que se contam ao redor da Serra da Gardunha,
há uma que se destaca pelos seus contornos tenebrosos. Trata-se da
lenda do “Gargana” e tem como palco o Convento de Santo António (ou de
Nossa Senhora do Seixo) junto ao Fundão.
Reza a história que o Gargana era um serviçal que vivia junto ao
convento e que dava guarida a quem viajava pela serra e por ali chegava
em busca de abrigo quando os monges já tinham fechado os portões com o
cair da noite.
Da sua casa, vigiava atentamente a rua procurando ver ou ouvir os
infelizes e tanto lhes abria a porta como, se necessário, caso o cansaço
já não lhes permitisse sequer dar mais alguns passos, ele próprio os ia
buscar, carregando-os para dentro de casa. Inclusive, se os lobos
vinham e perseguição dos viajantes cansados e se faziam ouvir uivando na
noite, o Gargana saía de imediato de sua casa soprando numa “buzina”
repetidas vezes, fazendo ecoar o seu som pelos vales. Este som e o
ladrar dos cães que se manifestavam alarmados eram suficientes para
demover as alcateias mais ousadas.
Esta actividade caridosa durava havia já vários anos e merecia os
maiores elogios de todos os que o conheciam, especialmente dos monges,
que viam no piedoso anfitrião a personificação das melhores virtudes da
caridade e altruísmo.
Contudo, a realidade era bem diferente e, uma vez fechada a porta nas
suas costas, o destino dos hóspedes estava traçado. O Gargana
alimentava-os e dava-lhes cama, esperando em seguida que o cansaço
levasse a melhor e que adormecessem. Abeirava-se então deles, com uma
mão tapava-lhes a boca e, com a outra, empunhava a faca que trazia
consigo, cravando-a no coração das vítimas que partiam num último
suspiro de terror. Escondia depois os corpos numa cisterna que tinha na
cave e apropriava-se avidamente dos pertences das vítimas, afinal o
móbil dos crimes.
No dia seguinte, lá entrava o Gargana em postura de reverência na
igreja do convento para assistir à primeira missa e comungar como o bom
fiel que todos julgavam ser.
Isto continuou durante muitos anos até que, um dia, o Gargana não
apareceu na missa, deixando alarmados os monges. Estes foram à sua
procura, encontrando-o morto com expressão de grande sofrimento e
rodeado de muitas moedas de ouro e prata sujas de sangue. Em vão os
religiosos tentaram apanhar as moedas, mas estas simplesmente se
desvaneciam para não serem tocadas. Interpretando o prodígio como um
sinal divino da efemeridade das riquezas mundanas e um sinal da
humildade em que o seu irmão vivera, decidiram que este deveria ser
enterrado no claustro do convento, junto dos mais virtuosos irmãos
defuntos. Assim fizeram e aos poucos a vida no convento regressou ao
normal.
Ora, numa certa noite tempestuosa de Inverno, o barulho do vento não
foi suficiente para abafar o som de três fortes pancadas no portão da
cerca do convento. Acordados, os religiosos foram ver quem lhes batia à
porta e depararam-se com três anjos, envoltos numa aura de luz intensa,
que pediram para ser conduzidos à campa do Gargana. Chegados ali,
abriram o túmulo e erguendo o morto bateram-lhe nas costas para o fazer
cuspir todas as hóstias que comera em vida.
Com um estrondo que fez estremecer o claustro, o Gargana foi
novamente deixado no seu túmulo e os anjos desapareceram, dando outra
vez lugar à noite. Terminava assim a história negra deste falso fiel
cujo nome “Gargana” significa ladrão na gíria popular de alguns recantos
da Cova da Beira.
David Caetano, Jornal do Fundão
03/07/2019
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domingo, fevereiro 24, 2019
Gravuras rupestres descobertas na Serra da Gardunha

Um conjunto de rochas com gravuras rupestres foi descoberto na Serra da Gardunha, Fundão, e a primeira análise indica que serão do período entre o Calcolítico e a Idade do Bronze, disse esta quinta-feira à agência Lusa o arqueólogo Martinho Batista, antigo diretor do Parque Arqueológico do Vale do Côa.
Das imagens que visualizei, concluo claramente que são motivos pré-históricos. Uma dessas rochas tem arte rupestre do tipo esquemático simbólico, ou seja, são círculos concêntricos, aquilo que nós chamamos de ‘arte atlântica'”, disse Martinho BatistaAntónio Martinho Batista ainda não esteve no local (prevê fazê-lo em março ou abril), mas as imagens que um habitante do Fundão lhe fez chegar na sequência desta descoberta não lhe suscitam dúvidas quanto ao facto de que as gravuras em causa são “pré-história recente” e que merecem um estudo mais aprofundado. “Merecem ser estudadas, valorizadas e defendidas”, afirmou.
António Martinho Batista acredita que estas gravuras estarão “entre o Calcolítico e a Idade do Bronze, pelo que poderão ter entre três a quatro mil anos”.
O Jornal do Fundão revela na edição desta quinta-feira que as gravuras foram descobertas recentemente por um sapador florestal da Pinus Verde, Francisco Martins, que efetuava trabalhos de desmatação nas proximidades da Casa do Guarda, em Alcongosta, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco.
A singularidade dos desenhos chamou a atenção de Francisco Martins, que partilhou a descoberta com dois fundanenses que têm interesse nesta área — Diamantino Gonçalves e David Caetano — e que foram ao local e documentaram o achado fotograficamente, tendo pedido depois uma análise ao arqueólogo António Martinho Batista.
Contactado pela Lusa, Diamantino Gonçalves sublinha ainda que este achado é muito importante e que poderá ser apenas a primeira de outras descobertas, uma vez que estas gravuras raramente estão isoladas.
In Jornal Observador
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segunda-feira, dezembro 31, 2018
ALDEIA DE MONSANTO EM DESTAQUE NA IMPRENSA INTERNACIONAL

O ano de 2018 termina com novo reconhecimento internacional para Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova. Desta vez, é o jornal Epoch Times, com sede em Nova Iorque, a incluir a povoação portuguesa na lista das 18 Aldeias de Sonho do Mundo.
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domingo, junho 03, 2018
PORTAS DE RÓDÃO EM SELO
Mais uma vez o distrito de Castelo Branco foi tema de um selo, desta vez inserida na emissão O Rio Tejo. As Portas de Ródão são o tema principal no selo de 050cts, juntamente com uma gravura rupestre, uma espiral de cronologia pós-paleolítica do vale do Ocreza. a tiragem deste selo foi de 125.000 exemplares.
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sexta-feira, dezembro 08, 2017
POSTAL MÁXIMO CIDADES CRIATIVAS DA UNESCO - IDANHA-A-NOVA
Os CTT homenagearam Idanha-a-Nova e Óbidos numa emissão filatélica lançada no dia 19 de outubro, a propósito da rede de
Cidades Criativas da UNESCO. Ambas as localidades receberam este
reconhecimento, em virtude da promoção de iniciativas de caráter musical
e literário, respetivamente, que protagonizam. Ambas têm em comum uma
enorme história e tradição mas também o facto de terem sabido
reinventar-se ao longo do tempo.
Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, foi reconhecida pela
UNESCO por apostar em novas infraestruturas e promover ativamente a
investigação das suas tradições. Esta localidade promove ao longo do ano
uma grande quantidade de eventos musicais.
Estas classificações da UNESCO são um reconhecimento e um estímulo
que pretendem reforçar a estratégia de desenvolvimento destas áreas,
estimular a criação de riqueza e emprego e contribuir para a fixação e
captação de pessoas nestas localidades.
Com esta emissão, os CTT prosseguem os objetivos de divulgação da
riqueza da herança cultural, social e arquitetónica portuguesa,
fixando-a em selos. Os CTT têm por desígnio tornar objeto das suas
emissões filatélicas motivos de elevado interesse nacional e
internacional ou comemorar factos, como é o caso da efeméride da
distinção destas duas cidades como Cidades Criativas da UNESCO.
Esta emissão é composta por dois selos, ambos com o valor facial de
0,85€ e uma tiragem de 105 000 exemplares cada. O design esteve a cargo
de Vasco Martins. Os selos têm um formato de 40 X 30,6 mm.
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sábado, novembro 04, 2017
BRASÃO DE ARMAS DE VILA VELHA DE RODÃO
Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da República, III Série de 04/11/1985
Publicada no Diário da República, III Série de 04/11/1985
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