Jorge Alves é colecionador numismático e apresenta aqui, pela primeira vez, o trabalho de estruturação do seu espólio.
terça-feira, abril 11, 2017
EXPOSIÇÃO NUMISMÁTICA – HISTÓRIAS DE PORTUGAL E DO MUNDO NA SALA DA NORA DO CINE-TEATRO AVENIDA
Jorge Alves é colecionador numismático e apresenta aqui, pela primeira vez, o trabalho de estruturação do seu espólio.
segunda-feira, abril 10, 2017
AVES DA BEIRA BAIXA EM EXPOSIÇÃO NO MUDEU DO CANTEIRO
sexta-feira, julho 22, 2011
QUANDO A GENTE ANDAVA AO «MENÉRIO»

Está patente no Centro Cultural Raiano, de 16 de Julho a 31 de Dezembro, a exposição “Quando a gente andava ao “menério” dedicada as memórias mineiras do concelho de Idanha-a-Nova, concretamente do caso de Segura, tendo partido da necessidade de mostrar, dar a ver, trazer para o espaço da partilha os universos das memórias das gerações que viveram com proximidade estes tempos conturbados do “menério”.
Está patente no Centro Cultural Raiano, de 16 de Julho a 31 de Dezembro, a exposição “Quando a gente andava ao “menério” dedicada as memórias mineiras do concelho de Idanha-a-Nova, concretamente do caso de Segura, tendo partido da necessidade de mostrar, dar a ver, trazer para o espaço da partilha os universos das memórias das gerações que viveram com proximidade estes tempos conturbados do “menério”.
A exploração mineira, nesta região, remonta ao período romano, prosseguiu no período medieval e nos séculos XIX e XX, tendo sido explorado estanho, volfrâmio, chumbo, zinco, ouro, bário e fósforo.
Em Segura, a exploração mineira passou pela importante Empresa Mineira de Segura, um grande número de concessões e oficinas de preparação e tratamento de minério. Com “Febre do volfrâmio” na 2ª guerra mundial, o aumento da procura e do preço do volfrâmio nos mercados internacionais fez despoletar um sem número de explorações informais, assim como uma panóplia de ilegalidades associadas, como contrabando, espionagem, falsificações, desvios, entre outras.



