segunda-feira, julho 13, 2015
terça-feira, julho 07, 2015
domingo, dezembro 28, 2014
sexta-feira, dezembro 26, 2014
sábado, dezembro 20, 2014
sexta-feira, novembro 07, 2014
6 DE NOVEMBRO DE 1954 - TORNADO EM CASTELO BRANCO
Cinco mortos, 220 feridos e mais de 40
000 pessoas com prejuízos foi o resultado, relatado pelos órgãos de
comunicação social da altura, entre os quais o Reconquista, sobre aquilo
a que em 1954, chamaram tufão.
O Instituto de Meteorologia recorda que não existe em Portugal informação apurada sobre a frequência com que ocorrem os tornados ou outros fenómenos da natureza.
Do conhecimento histórico que se tem do fenómeno em Portugal continental, o tornado que maior impacto causou no decorrer do último século foi o registado em Castelo Branco, no ano de 1954. De uma maneira geral, estima-se que existam em média, por ano, cerca de duas ocorrências, valor pouco significativo quando comparado com outras regiões do globo.
Assim se descrevia, resumidamente o que se passou na altura. Castelo Branco, 6 de Novembro de 1954, 12H50, duração 30 segundos. Ruído estranho, longínquo. Escureceu. Uma enorme nuvem negra tendo um feitio estranho aproximava-se a uma velocidade fantástica. Escuridão profunda e um ruído espantoso como se milhares de aviões passassem.
"Vivi essa situação, tinha 10 anos, estava em casa com a minha mãe, na rua Prior Vasconcelos, junto aos Três Globos. Ouço um grito da minha mãe, vou a correr para a cozinha e vejo uma nuvem negríssima na minha frente. Passados uns instantes um grande estrondo: era o telhado a desabar e a voar. Começa a haver inundação", conta o meteorologista Manuel Costa Alves ao Reconquista.
Um testemunho de muita emoção, sobretudo quando recorda o passeio que deu com o pai, durante a tarde. "O meu pai que trabalhava em frente dos Correios não sentiu nada. Ele saia à uma e quando ia para casa, depois de passar o Banco de Portugal é que se apercebe de algo muito estranho. Inúmeros destroços, carros voltados ao contrário, árvores ceifadas. Via-se de tudo um pouco e quando saí com ele o que mais me impressionou foi a oficina dos Valentes, completamente destroçada", recorda.
Ainda citando a imprensa da altura, referia-se que o vento entrou pelo poente e atingiu metade da cidade, tendo-se salvo a zona do Castelo, que teria sido catastrófico que tivesse sido atingida.
Automóveis e camiões voltados e arrastados, cobertura metálica do mercado arremessada, a enorme cúpula de ferro (com oito grossos suportes de ferro) do coreto colocada no solo ao seu lado, portões separados dos gonzos e arremessados, varandas retorcidas, ala esquerda do quartel de Cavalaria destruída, muros caídos, pessoas levadas, postes de ferro dobrados, camioneta carregada projetada a 20 metros... um cenário perfeito de destruição que dizia-se parecia que "tinha havido um bombardeamento".
"Até apareceu, junto ao Hotel Turismo, que também ficou deveras destruído, um objeto que pertencia ao cemitério de Benquerenças. O caos total", diz Costa Alves.
O Instituto de Meteorologia recorda que não existe em Portugal informação apurada sobre a frequência com que ocorrem os tornados ou outros fenómenos da natureza.
Do conhecimento histórico que se tem do fenómeno em Portugal continental, o tornado que maior impacto causou no decorrer do último século foi o registado em Castelo Branco, no ano de 1954. De uma maneira geral, estima-se que existam em média, por ano, cerca de duas ocorrências, valor pouco significativo quando comparado com outras regiões do globo.
Assim se descrevia, resumidamente o que se passou na altura. Castelo Branco, 6 de Novembro de 1954, 12H50, duração 30 segundos. Ruído estranho, longínquo. Escureceu. Uma enorme nuvem negra tendo um feitio estranho aproximava-se a uma velocidade fantástica. Escuridão profunda e um ruído espantoso como se milhares de aviões passassem.
"Vivi essa situação, tinha 10 anos, estava em casa com a minha mãe, na rua Prior Vasconcelos, junto aos Três Globos. Ouço um grito da minha mãe, vou a correr para a cozinha e vejo uma nuvem negríssima na minha frente. Passados uns instantes um grande estrondo: era o telhado a desabar e a voar. Começa a haver inundação", conta o meteorologista Manuel Costa Alves ao Reconquista.
Um testemunho de muita emoção, sobretudo quando recorda o passeio que deu com o pai, durante a tarde. "O meu pai que trabalhava em frente dos Correios não sentiu nada. Ele saia à uma e quando ia para casa, depois de passar o Banco de Portugal é que se apercebe de algo muito estranho. Inúmeros destroços, carros voltados ao contrário, árvores ceifadas. Via-se de tudo um pouco e quando saí com ele o que mais me impressionou foi a oficina dos Valentes, completamente destroçada", recorda.
Ainda citando a imprensa da altura, referia-se que o vento entrou pelo poente e atingiu metade da cidade, tendo-se salvo a zona do Castelo, que teria sido catastrófico que tivesse sido atingida.
Automóveis e camiões voltados e arrastados, cobertura metálica do mercado arremessada, a enorme cúpula de ferro (com oito grossos suportes de ferro) do coreto colocada no solo ao seu lado, portões separados dos gonzos e arremessados, varandas retorcidas, ala esquerda do quartel de Cavalaria destruída, muros caídos, pessoas levadas, postes de ferro dobrados, camioneta carregada projetada a 20 metros... um cenário perfeito de destruição que dizia-se parecia que "tinha havido um bombardeamento".
"Até apareceu, junto ao Hotel Turismo, que também ficou deveras destruído, um objeto que pertencia ao cemitério de Benquerenças. O caos total", diz Costa Alves.
Autor: Cristina Mota Saraiva, in http://www.reconquista.pt/pagina/edicao/227/23/noticia/24340
Foto do post e ver mais fotos do tufão em: https://www.flickr.com/photos/60653862@N04/5785581481/in/photostream/
segunda-feira, setembro 08, 2014
segunda-feira, agosto 04, 2014
sexta-feira, agosto 01, 2014
terça-feira, junho 10, 2014
SERRA DA GARDUNHA - 8 PERCURSOS BTT, 250 KMS
8 Percursos
250 kms
4 níveis de dificuldade
2 estações de serviço (Fundão e Louriçal do Campo)
Mais um folheto editado pela Câmara Municipal do Fundão, com 8 percursos pela Serra da Gardunha, pelos concelhos do Fundão e Castelo Branco.
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SERRA DA GARDUNHA - 10 PERCURSOS PEDESTRES, 130 KMS
Serra da Gardunha (Fundão e Castelo Branco)
10 percursos
130kms
Foi recentemente editado pela Câmara Municipal do Fundão um folheto com 10 percursos na Serra da Gardunha, 8 no concelho do Fundão e 2 no concelho de Castelo Branco. Quem gosta de caminhar na natureza tem aqui um conjunto de excelentes percursos que o vão surpreender.
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domingo, janeiro 26, 2014
domingo, janeiro 19, 2014
quinta-feira, outubro 10, 2013
TESOURO ROMANO DA LAMEIRA LARGA-PENAMACOR
Postal máximo com um selo emitido pelos CTT este ano, na série «Ouro Arcaico», representando um dos achados que constitui o Tesouro Romano da Lameira Larga-Penamacor, que se encontra depositado no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa.
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sexta-feira, outubro 04, 2013
quarta-feira, setembro 11, 2013
LUTA PELA DEFESA DO COLÉGIO MILITAR EM CASTELO BRANCO
Sete ruas de Castelo Branco acordaram, na passada segunda-feira, com as placas que lhe divulgam a graça, tapadas com uma facha negra e a frase "Matar o Colégio Militar é Matar a nossa história". A iniciativa partiu da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar (AAACM), que promoveu esta ação em todas as capitais de distrito e em ruas cujos nomes estejam ligados ao Colégio Militar.
Em Castelo Branco a ação envolveu as ruas Tenente Valadim, Comendador Filipe Trajano Vieira da Rocha, Serpa Pinto, Carlos Selvagem, e as avenidas General Humberto Delgado e António Sérgio.
O objetivo da campanha foi alertar "a necessidade de suspensão do despacho n.º 4785 de 8 de abril de 2013 do Ministro da Defesa Nacional", promovendo assim a defesa e a manutenção do Colégio Militar, uma instituição com mais de dois séculos que já deu nomes a mais de duas mil ruas do nosso país.
A Associação de Antigos Alunos explica, no seu sitio da internet, que "ao evocar a memória desses antigos alunos do Colégio Militar que fazem parte da história de Portugal, pretende-se simbolizar a importância de preservar os valores e instituições que sustentam a identidade da nossa nação porque, «Matar o Colégio Militar é matar a História de Portugal»".
A campanha dos antigos alunos teve início a 31 de agosto e prolonga-se durante 12 dias, com intervenções nos canais televisivos, rádios e imprensa. Entretanto, foi também criado um site, www.emdefesadocolegiomilitar.pt, que será atualizado.
Em termos nacionais são várias a personalidades que estão a dar a cara pela campanha, casos de Adriano Moreira, Vasco Rocha Vieira, António Reffóios, José Fanha, Luís Esparteiro ou Ricardo Bayão Horta.
In jornal Reconquista online, 4/9/2013
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quarta-feira, agosto 14, 2013
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