quarta-feira, julho 24, 2013


Petição pela modernização e reabertura do troço da Linha da Beira Baixa entre a Guarda e a Covilhã

Para: Ex. Mo. Senhor Ministro da Economia e do Emprego

Os abaixo-assinados, cidadãos particularmente preocupados com o desenvolvimento da região interior e com o bom uso dos dinheiros públicos, solicitam a V. Exa. a tomada de medidas que conduzam à modernização e consequente reabertura do troço da Linha da Beira Baixa entre a Guarda e a Covilhã.
Fazem-no pelos seguintes motivos:
- A Linha da Beira Baixa é vital para as populações e para as economias a si adjacentes, que têm vindo a perder capacidades de mobilidade e de intervenção económica, com a agravante da introdução de portagens na A23 e da supressão do serviço rodoviário prestado pela CP;
- O Plano Estratégico dos Transportes refere a conclusão dos investimentos que se encontram em fase adiantada de construção onde se integra o projeto de modernização do troço da Linha da Beira Baixa entre a Guarda e a Covilhã e a construção de um ramal até à Plataforma Logística de Iniciativa Empresarial da Guarda;
- A conclusão deste pequeno troço de via férrea, cerca de 44 km, permite a circulação de composições, de passageiros e mercadorias, num circuito circular Guarda-Pampilhosa-Entroncamento-Guarda e também a ligação à rede ferroviária europeia;
- Nos últimos anos a REFER investiu em obras de modernização no troço Guarda-Covilhã (via férrea, túnel do Barracão, pontes e plataformas), com valores que ascendem em mais de dez milhões de Euros;
- A Linha da Beira Baixa é uma alternativa à Linha da Beira Alta em situações de acidentes e permite a diminuição do trânsito na Linha do Norte;
- A total exploração da Linha da Beira Baixa favorecerá a criação de emprego directo e indirecto na região.

http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=P2012N22564

 

sexta-feira, julho 19, 2013

BEIRA BAIXA ANTIGA EM IMAGENS

 CASTELO BRANCO anos 1910s " Praça Metalica "
Edição: Não identificada
Data: Anos 1910s exemplar circulado com data do ano 1919
Gosta desta imagem ? dê o seu "like" & visite :
http://beira-baixa-antigas-imagens.blogspot.com/
http://www.facebook.com/BeiraBaixaAntigasImagens

quinta-feira, julho 04, 2013

BEIRA BAIXA EM IMAGENS ANTIGAS

Postal COVILHÃ " Estrada para as Penhas da Saude "
SERRA DA ESTRELA BEIRA BAIXA PORTUGAL
Edição: Comissão de Iniciativa - Covilhã
Data: Anos 1930s, exemplar circulado com carimbo de 1933

http://beira-baixa-antigas-imagens.blogspot.pt/

 

domingo, junho 23, 2013

COIMBRA PATRIMÓNIO MUNDIAL

A Universidade e a zona alta de Coimbra são desde ontem classificadas pela UNESCO como Património Mundial. A cidade dos estudantes tem assim um novo «encanto». Que venham mais turistas!

sexta-feira, junho 21, 2013

SÉ DE CASTELO BRANCO EM SELO

Os CTT acabam de lançar um selo no valor de 0,36 cts, alusivo à Sé de Castelo Branco, inserido no 2º grupo da série Rota das Catedrais. O distrito de Castelo Branco volta assim a ser novamente retratado em selos. Este ano já é o terceiro selo com motivos do distrito, depois do selo alusivo à festa da Sra. do Almurtão e do Instituto das Missões de Cernache do Bonjardim-Sertã.

sábado, maio 04, 2013

N. SRA. DO ALMURTÃO EM SELO

Os CTT acabam de lançar um selo no valor de 1,70 euro, alusivo à festa de N. Sra. do Almurtão, inserido no 3º grupo da série Festas Tradicionais. O distrito de Castelo Branco volta assim a ser novamente retratado em selos e ainda está previsto para meados deste mês o lançamento de mais um selo com motivos do distrito, desta vez o Instituto das Missões de Cernache do Bonjardim-Sertã.



segunda-feira, fevereiro 04, 2013

CINEMA? SÓ NA GUARDA OU ABRANTES!


Fecharam todas as salas de cinema no distrito de Castelo Branco, por isso agora ver cinema só na Guarda ou Abrantes ou então esperar pelos poucos filmes que ainda vão passando na Moagem do Fundão ou no Centro Cultural Raiano. 

sábado, janeiro 26, 2013

CASTELO E FORTALEZA DE PENAMACOR FINALMENTE MONUMENTO NACIONAL

Passados 40 anos após o início do processo de classificação, o castelo e a fortaleza de Penamacor foram classificados como Monumento Nacional. 
O concelho de Penamacor tem a partir de agora dois monumentos nacionais: a ponte filipina da Meimoa, reconstruída em  1607, sobre dois arcos romanos, e a recém classificada fortaleza da vila.

domingo, dezembro 23, 2012

GRAFFITIS DA BEIRA

Não sou apreciador desta «arte», mas lá que este artista que anda aqui pelas paredes da  Beira a escrever umas frases engraçadas, anda, anda!


sábado, dezembro 01, 2012

RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

Apesar das dificuldades que o país atravessa e de ser a última vez que se comemora com feriado este notável acontecimento celebremos mais uma vez a Restauração da Independência e vamos novamente «encorrer os espanhóis» e cantemos  o Hino da Restauração:
Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a nação.
O D. Afonso em Ourique
Que dos livros nos deu a lei
Nesses braços a sustentam
Pela Pátria e pela grei
Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A Nação!
Às armas, às armas
O ferro empunhar
P´ra batalhar, p´ra batalhar
A pátria nos chama
Convida a lidar. A lidar!
Às armas! Às armas!

sexta-feira, outubro 05, 2012

BANDEIRA AO CONTRÁRIO NO 5 DE OUTUBRO

A miséria nacional já chegou ao ponto de o Presidente da República hastear na Câmara Municipal de Lisboa a bandeira nacional ao contrário. A bandeira certamente que estava mal preparada por alguém da Câmara Municipal de Lisboa, mas o Senhor Presidente podia recusar-se a hastear a bandeira e exigir que ela fosse colocada correctamente. Pobre país que já nem sabe hastear correctamente a sua bandeira! Já agora fiquem a saber que o escudo ao contrário na simbologia heráldica é símbolo de submissão, o que está está de acordo com os tempos que correm. Fugiu-lhe a mão para a verdade.

quinta-feira, setembro 13, 2012

CHOCALHOS 2012

CHOCALHOS 2012 - ALPEDRINHA

domingo, setembro 02, 2012

MAIS UM TROÇO DA MURALHA DE CASTELO BRANCO

Passeando recentemente pela zona antiga de Castelo Branco encontrei esta obra. Será que estão a colocar mais um troço da muralha à vista? Penso, que sim porque a muralha devia localizar-se naquele naquele local. Com tempo terei de tentar confirmar essa localização no «Livro das Fortalezas» de Duarte d´Armas.
Já agora fica também a sugestão para retirarem dali as inestéticas caixas de electricidade que ficam muito mal numa zona antiga.

sábado, junho 30, 2012

FORTIFICAÇÕES DE ELVAS JÁ SÃO PATRIMÓNIO MUNDIAL

As fortificações abaluartadas de Elvas, Alentejo, foram, este sábado, classificadas pela UNESCO como Património Mundial. O monumento português é considerado, dentro da sua tipologia, o maior do mundo.
As fortificações de Elvas foram classificadas, no início da tarde de hoje, como Património Mundial da categoria de bens culturais. A construção das fortificações de Elvas  iniciaram-se no reinado de D. Sancho II e a partir da Guerra da Restauração começaram a adquirir a forma actual. As fortificações de Elvas têm um perímetro de oito a dez quilómetros, ocupando uma área de 300 hectares. Incluem dois fortes (Santa Luzia e Graça ou do conde Lippe), os três fortins do século XIX, as muralhas medievais, a muralha do século XVII e o Aqueduto da Amoreira. Este monumento foi o único candidato luso entre os 33 que faziam parte da lista de Património Mundial, elaborada pela UNESCO.
O Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) já tinha previsto a classificação, indicando que as fortificações alentejanas reuniam o valor universal excecional necessário para a aprovação da candidatura.
A decisão final foi tomada esta tarde durante a 36ª Sessão do Comité do Património Mundial, a decorrer em São Petersburgo, na Rússia.
Para além do importante conjunto de fortificações abaluartadas de Elvas, Portugal possui ainda outros dois importantes conjuntos de fortificações que são Almeida e Valença.

 

segunda-feira, abril 23, 2012

200 ANOS DO FIM DA 4ª INVASÃO FRANCESA

Comemoram-se hoje 200 anos do fim da 4ª invasão francesa a Portugal. Esta última invasão é quase desconhecida dos portugueses e até ignorada pelos manuais escolares, que somente se referem às 3 anteriores invasões, comandadas respectivamente por Junot, Soult e Massena.
Esta invasão francesa iniciou-se em 3 de abril de 1812, com a entrada das tropas francesas que tentaram sem sucesso ocupar a praça de Almeida. Esta força invasora era comandada pelo Marechal Marmont que desta forma tentava realizar uma manobra de diversão, destinada a aliviar o cerco anglo-portugês de Badajoz e evitar  o avanço posterior do exército anglo-português em direcção a Madrid. no dia 8 de Abril, os franceses instalaram o seu quartel-general no Sabugal e a partir dessa localidade foram enviadas forças que espalharam o terror pela região e atacaram Penamacor, Belmonte, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova e Castelo Branco.
Com a tomada de Badajoz pelas tropas anglo-portuguesas, Wellington avançou com as suas tropas em direcção à Beira Interior. Os franceses perante a aproximação de Wellington recuam e pelo caminho destruiram e saquearam Medelim e Pedrogão de São Pedro. Os franceses abandonam posteriormente o Sabugal e retiram de Portugal.
Esta 4ª invasão durou apenas 20 dias, mas foi o suficiente para lançar de novo o terror e a destruição na região que tão martirizada tinha sido nas 1ª e 3ª invasões e realizou-se aquando as populações estavam já a reconstruir os seus pertences e se viram de novo na miséria perante a fúria destruidora dos franceses. William Warre, major inglês que se encontrava já alguns anos em Portugal, nas suas «Cartas da Península» relata ao seu pai na carta de 24 de Abril de 1812 o seguinte acerca desta invasão: «É impossível dar-vos uma ideia da desgraça existente em todas as vilas por onde o inimigo passou, pois destruíram tudo aquilo que não puderam levar (...) A fome e a penúria dos infelizes camponeses que nos cercam por toda a parte, e a caridade que fomos fazendo a alguns, já esgotou completamente os nossos meios. O dinheiro tem pouca utilidade onde nada pode ser comprado. Toda a forragem para os cavalos foi, nos dois últimos dias, aquela que conseguimos cortar nos campos, embora nem estes tenham escapado à rapacidade do inimigo».