Uma portaria publicada no dia 7 de Abril permite que cada caçador possa caçar 40 melros por dia. Sim, leu bem. Esta portaria que veio permitir a caça desta ave emblemática, conseguiu pelo absurdo que é unir caçadores e ambientalistas contra ela, porque para uns o melro não tem valor gastronómico e para outros é estranho a inclusão desta ave no calendário cinegético pois ainda estão por apurar os dados estatísticos sobre os melros.terça-feira, maio 24, 2011
ASSINEM A PETIÇÃO CONTRA A CAÇA AO MELRO
Uma portaria publicada no dia 7 de Abril permite que cada caçador possa caçar 40 melros por dia. Sim, leu bem. Esta portaria que veio permitir a caça desta ave emblemática, conseguiu pelo absurdo que é unir caçadores e ambientalistas contra ela, porque para uns o melro não tem valor gastronómico e para outros é estranho a inclusão desta ave no calendário cinegético pois ainda estão por apurar os dados estatísticos sobre os melros.domingo, maio 08, 2011
ROTA PEDONAL DO RIO TEJO ENTRE A FRONTEIRA E A FOZ
Os municípios ribeirinhos do rio Tejo foram hoje desafiados pela Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARHT) a criar uma grande rota pedonal entre a fronteira de Espanha e a foz, em Lisboa.
A ARH do Tejo defendeu hoje a integração global das rotas ribeirinhas em “caminhos de pé posto”, o mais próximos possível das margens do Tejo, e segundo as regras e simbologia internacionais.
Em declarações, à margem da primeira sessão pública de debate sobre o projecto - “O Tejo a pé, naturalmente” -, que hoje se realizou no centro náutico de Constância, a vice-presidente da ARH-Tejo disse que a ideia é fazer uma “linha contínua” com as várias rotas existentes e com os vários pontos que ainda não têm um roteiro”, para criar um “corredor uno, um trajecto completo”.
Simone Pio disse ainda que este projecto tem o propósito de “dar a conhecer e aproximar as pessoas num corredor entre a foz do rio, em Lisboa, e a fronteira” com Espanha, permitindo que as populações “se aproximem, redescubram e valorizem” o seu património, como um “corpo integrado”.
O projecto “Tejo a Pé” visa “fomentar e potenciar” o turismo ambiental e o acesso educativo aos espaços naturais e ao património, constituindo-se como “um produto ecoturístico em que os actores fundamentais serão as populações” locais, disse.
Lançar o debate em torno desta ideia foi o mote da sessão de debate “Tejo a Pé”, no âmbito da qual foram hoje debatidas estratégias de promoção ambiental e turística e apresentados casos de sucesso, a nível nacional e ibérico, que “comprovam a pertinência e viabilidade do projecto em causa”, nomeadamente em termos turísticos, económicos e culturais.
segunda-feira, abril 18, 2011
RIBEIRA DA MEIMOA - PEROVISEU
Para comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, que tem por tema esta ano Água - Cultura e Património, aqui ficam umas fotos de uma azenha na Ribeira da Meimoa, freguesia de Peroviseu, concelho do Fundão.segunda-feira, abril 04, 2011
terça-feira, março 15, 2011
PORTAGENS NA A23 - AÍ VÊM ELAS...
sexta-feira, março 04, 2011
INTERCIDADES EM RISCO ATÉ À COVILHÃ
O Grupo de Amigos da Linha da Beira Baixa, “O 6 de Setembro”, avisa, em carta já enviada ao presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto, que a CP terá intenções de acabar com o serviço de comboios Intercidades até à Covilhã.Numa missiva assinada por António Pinto Pires, membro do “6 de Setembro”, este diz que as perspectivas que se esperam para a Linha da Beira Baixa “não são boas” segundo algumas notícias que Grupo tem conseguido apurar. “De acordo com informações recolhidas de fonte segura junto de elementos da CP constitui intenção desta empresa proceder à eliminação do serviço dos comboios Intercidades, pelo menos até à Covilhã, tal como sucedeu recentemente na linha do Alentejo até Beja” avisa Pinto Pires, que explica que com a entrada em funcionameno do serviço de tração eléctrica para Maio do presente ano, “prevê a CP colocar em funcionamento as actuais UTE Unidades Triplas Eléctricas, criando assim um serviço inter-regional terminando com os actuais comboios de máquinas e carruagens até à Covilhã.” Os Amigos da Linha da Beira Baixa referem, contudo, que a entrada em serviço das referidas UTE´s “não consitutui uma mais-valia para o conforto de passageiros uma vez que este tipo de material foi concebido para percursos sub-urbanos, que não devam exceder uma hora, e não para longo curso.” E denunciam que a CP “disponibiliza este material recentemente remodelado para o serviço suburbano porque o tem em excesso, devido a um erro de planificação aquando da sua remodelação uma vez que algumas das unidades daquele parque motor poderiam ter sido adaptadas ao serviço de longo curso.”
O “6 de Setembro” lembra que o serviço Covilhã-Lisboa tem características de longo curso e o material referido “não dispõe das características de conforto para uma viagem de maior duração, não obstante a CP estar a introduzir está prática em algumas linhas, em situações ocasionais, no nosso entender incorrecto.” Um serviço de passageiros longo curso exige, dizem, conforto, “como aliás sucedeu recentemente na linha do Douro em que a mesma foi dotada de automotoras adequadas, apesar de adquiridas em segunda mão a Espanha, com assentos personalizados e o mínimo de condições para o serviço exigido.” O Grupo admite que haja reajustamentos nos serviços prestados e que as referidas automotoras possam na verdade ser adstritas a serviços inter-regionais, “mas longo curso e substituição dos Intercidades constitui a negação do valor e importância que assume uma linha como a da Beira Baixa.”
Apesar de tudo, o “6 de Setembro” admite que não sejam necessários os actuais três comboios realizados em cada sentido e que “um deles possa na verdade ser repensado, mas a integral eliminação dos inter-cidades, constitui um erro irreparável. Tal atitude não deixa de constituir uma contradição após tantos investimentos na "modernização" da linha ao mesmo tempo que se colocam preocupações e interrogações no que se refere às ligações Covilhã - Guarda.”
Pinto Pires diz que já referiu diversas vezes que é fundamental “revitalizar integralmente este troço para que a Covilhã seja transformada num pólo gerador de tráfego tanto para Norte com para Sul. Não faz qualquer sentido este divórcio entre linha da Beira Alta e Beira Baixa. A exploração ferroviária por parte da CP / Refer deviam prever num curto prazo esta questão pelo respeito e dignidade que as localidades de Belmonte, Covilhã Fundão e Castelo Branco exigem.” E diz que estas medidas, a serem tomadas, serão “uma enorme afronta aos interesses das nossas populações.”
Na passada semana, durante a greve da CP, houve cancelamento de comboios Intercidades para alguns destinos, entre os quais a Guarda e a Covilhã. Segundo alguns jornais, a electrificação total da Linha da Beira Baixa estará concluída no Verão.A confirmar-se esta notícia, após milhares de euros gastos na renovação da linha da Beira Baixa, só resta ironicamente dizer: Porreiro pá!
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Está patente no Museu Municipal desde o dia 15 de Fevereiro até ao dia 20 de Abril, a exposição TERRA DE LINCES, que tem por objectivo dar a conhecer a difícil situação do felino mais ameaçado do mundo, criar um sentimento de urgência nas populações relativamente à preservação da biodiversidade e, particularmente, estimular um clima favorável à reintrodução do lince ibérico na região.quarta-feira, fevereiro 09, 2011
OLEIROS - O MILAGRE DA HORTA DA SANTA
A invasão francesa, o modo como os oleirenses souberam lidar com a situação e a devoção que os oleirenses têm para com Santa Margarida acabam por estar interligados. "A imagem que hoje se encontra na Igreja Matriz é aquela que se encontrava neste local em 1811", começa por explicar o Cónego Martinho Cardoso. O pároco de Oleiros lembra que "essa invasão terá passado precisamente neste local, na Horta da Santa. Antes deles chegarem a este local, todo o povo que aqui vivia dispersou-se pelas serras entre a Amieira e Cambas, levando consigo aquilo que tinham".
segunda-feira, janeiro 31, 2011
1 DE FEVEREIRO DE 1811 - OS FRANCESES SÃO VIOLENTAMENTE ATACADOS NA SERRA DA MAUNÇA
«Sede servido referir a S. Exa. o Comandante em Chefe, que ontem uma coluna do inimigo debaixo do comando do General Foy, consistindo em 3 mil cavalos e infantes, de Ciudad Rodrigo passou pela estrada nova, para se unir a Massena. Pernoitou aos 31 em Alcaria, junto ao Fundão. No primeiro deste mês tomei posto em um outeiro junto a esta aldeia, por onde o inimigo devia passar, tendo comigo oitenta ordenanças de Alpedrinha; fez-se-lhe um em dirigido fogo por duas horas, e terminou somente com a noite: o resultado foi, dezoito mortos na estrada, grande número de feridos e dez prisioneiros; vários dos feridos acharam-se mortos esta manhã, pela extrema inclemência do tempo: também se tomaram diversos carros de trigo, e considerável número de bois. Tendo mandado partidas para picar a frente e a rectaguarda do inimigo, tenho razão para pensar que ele deve ter sofrido consideravelmente antes de deixar a estrada nova; nós só perdemos somente um homem, com poucos cavalos feridos, entre eles o meu».
4 de Fevereiro de 1811
segunda-feira, janeiro 03, 2011
COVILHÃ - PONTE PEDONAL DA CARPINTEIRA ELEITA COMO UM DOS 7 DESTINOS DESIGN MAIS INTERESSANTES
A Ponte Pedonal sobre a Ribeira da Carpinteira, na Covilhã, foi escolhida pela revista Travel + Leisure como um dos sete destinos relacionados com design mais interessantes do mundo. Segundo a edição online da publicação norte-americana, dedicada ao turismo e lazer e referente a janeiro de 2011, a ponte "é uma das mais impressionantes" de entre "as novas pontes pedonais de grande altura" construídas em diferentes pontos do globo.
A obra da autoria do arquiteto Carrilho da Graça, inaugurada em 2009, tem 52 metros de altura (o equivalente a um edifício de 17 andares), 220 metros de extensão, 4,40 metros de largura e uma estrutura de aço para betão armado com 250 toneladas.
A estrutura liga o Bairro dos Penedos Altos ao centro da cidade, reduzindo o percurso que obrigava a contornar as encostas do vale da Carpinteira.
Carrilho da Graça acredita que o enquadramento da ponte, num vale recortado "com a Serra da Estrela em cima e a Cova da Beira em baixo", contribuiu para a distinção, referiu hoje à agência Lusa.
O trabalho em parceria com o engenheiro Adão da Fonseca "foi um desafio interessante: não é fácil fazer experiências em edifícios e aqui conseguimos levar a estrutura até ao limite", acrescentou.
A ponte sobre a Ribeira da Carpinteira está ainda nomeada para o prémio Mies van der Rohe (em memória do arquiteto alemão com o mesmo nome) - assim como a intervenção de Carrilho da Graça no Castelo de São Jorge, em Lisboa.
"Esta não é a primeira vez que a ponte é reconhecida por publicações internacionais, que só provam que tínhamos razão quando decidimos construi-la", referiu Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã.
"É a consagração de uma obra, não só pela sua utilidade, mas também pela forma e enquadramento", destacou.
Para Carlos Pinto, a ponte é cada vez mais "um dos ícones da Covilhã e será um elemento fundamental na identidade da cidade".
A travessia custou cerca de três milhões de euros e faz parte do plano de mobilidade da cidade, iniciado há sete anos e que pretende cortar os vales e aplanar as encostas que caracterizam a cidade com outras obras como elevadores e funiculares.
Carlos Pinto espera concluir todos os projetos do plano de mobilidade até final do mandato.
Os restante seis destinos mais interessantes do mundo ao nível de design, segundo a edição de janeiro de 2011 da Travel & Leisure, são estruturas construídas na Nova Zelândia, Alemanha, Polónia, China, Áustria e Qatar.
A Travel + Leisure é publicada 12 vezes por ano pela empresa editorial da American Express, que lhe atribui uma audiência média 4,8 milhões de leitores.
Foto: mafiadacova.blogspot.com
quinta-feira, dezembro 23, 2010
terça-feira, dezembro 07, 2010
domingo, novembro 21, 2010
sexta-feira, novembro 19, 2010
MOVIMENTO QUER FAZER DO SOBREIRO A ÁRVORE NACIONAL
“Ao contrário do que se possa pensar, esta árvore está presente em todo o território nacional, não apenas no Alentejo. E não nos podemos esquecer da sua importância vital aos níveis social, cultural e económico”, justificou ao PÚBLICO Miguel Rodrigues, da Árvores de Portugal que, com a Transumância e Natu¬reza (ATN), é responsável por esta iniciativa.
O território nacional do sobreiro (Quercus suber) estende-se por 737 mil hectares, segundo o Inventário Florestal Nacional de 2006. Ou seja, 32 por cento da área que a espécie ocupa no Mediterrâneo ocidental.
Além da importante biodiversidade associada aos montados, o sobreiro ajuda a travar a desertificação do solo e a gerar receitas da exploração da cortiça. Segundo os responsáveis pela iniciativa, o país produz cerca de 200 mil toneladas de cortiça por ano, mais de 50 por cento do total mundial. “A perda desta liderança representaria um descalabro económico, social e ambiental sem paralelo para o nosso país”, alertam.
Ainda que o sobreiro esteja protegido por lei, desde Maio de 2001, Miguel Rodrigues considera que “a legislação por si só não tem conseguido travar o declínio do sobreiro. Há sempre excepções que se abrem na lei, ao sabor das decisões que vão sendo tomadas”.
Há vários anos que Domingos Patacho, da Quercus, tem denunciado o abate ilegal de sobreiros. E hoje, contou, “continuam a existir denúncias, especialmente na zona envolvente da Grande Lisboa”.
Ricardo Nabais, da ATN, também é da opinião que, perante grandes projectos, “a protecção legal não é suficiente. É preciso acarinhar a árvore enquanto símbolo de Portugal”. “Queremos atingir a maioria da população portuguesa”, disse.
Além dos abates de árvores para dar lugar a projectos imobiliários, a ameaça aos sobreirais tem outras origens. “O que está a matar o sobreiro é o efeito de muitos anos de má gestão dos montados, como o excesso de pisoteio pelo gado, excesso de matéria orgânica e uma gradagem do solo demasiado profunda”, explicou Miguel Rodrigues. Os vedantes sintéticos, em substituição das rolhas de cortiça, “podem ser a machadada final”.
Ainda assim, o país tem grandes manchas de montado e árvores monumentais. Segundo os dados da Autoridade Floresta Nacional relativos a 2008, existem 41 sobreiros classificados como árvores de interesse público. Miguel Rodrigues estima que aquele que será o sobreiro mais antigo e o maior situa-se em Pai Anes, Castelo de Vide. Terá cerca de 500 anos. “Isto é uma coisa fabulosa para um sobreiro, dado que costuma viver 200 anos”. No entanto, esta árvore “deverá estar já fase terminal da sua vida e perdeu, há cerca de dois anos, uma das pernadas principais, da grossura de um sobreiro adulto”.
Miguel Rodrigues adiantou que está em fase de classificação o sobreiro da Corte Grande, em Monchique. Este é, “provavelmente, o maior do Algarve e um dos maiores do país”.
As duas associações vão convidar uma lista de entidades para formar um núcleo inicial da iniciativa, entre as quais universidades, associações de defesa do ambiente e associações florestais. Depois vão preparar um documento técnico que justifique a classificação e, por fim, lançar uma petição para levar à Assembleia da República.
Mas o trabalho não acaba por aqui. “Depois de classificar, queremos ver o que tem de ser feito para travar a perda do montado e recuperá-lo”, explicou o responsável, salientando a importância de uma estratégia para a reflorestação, em vez das plantações “pontuais para aproveitar subsídios europeus”.
Público online, 19/11/2010
sábado, novembro 13, 2010
sábado, outubro 09, 2010
PÉROLAS DOS NOSSOS POLÍTICOS
«Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer»
Ricardo Gonçalves, deputado do PS eleito por Braga a propósito da redução das ajudas de custo para 67 euros por dia.
Coitadinho! Tanta fome que ele passar! Acho que este senhor deputado para não morrer à fome deve abandonar o parlamento e levar com eles os outros 229 deputados que também devem estar a morrer à fome. Demita-se e não goze com o povo!
terça-feira, outubro 05, 2010
quinta-feira, setembro 23, 2010
CASTELO BRANCO 1830-1930 - UM SÉCULO DE VIDA DA CIDADE
O segundo volume do estudo "Castelo Branco 1830-1930 - Um século na Vida da Cidade" foi apresentado, na passada quinta-feira. A obra editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, resulta de um trabalho de investigação desenvolvido pelo albicastrense Manuel Morais Martins e constitui mais um valioso contributo para a história da cidade de Castelo Branco. 











