quinta-feira, junho 11, 2009
domingo, junho 07, 2009
FUNDÃO - ESTÁTUA DE MARTIM CALVO MUDOU DE LOCAL
domingo, maio 31, 2009
terça-feira, maio 26, 2009
FUNDÃO - PERCURSOS PEDESTRES E DE BTT
São 24 os percursos que os visitantes podem atravessar a pé, de bicicleta ou segway. A Serra da Gardunha está no centro do programa.
A partir deste Verão, já vai ser possível conhecer o concelho do Fundão através de percursos turísticos que podem ser feitos a pé, de bicicleta ou de segway. Esta é uma aposta do município no turismo de natureza, que nesta primeira fase, até ao final de 2010, contabiliza um investimento de 400 mil euros, divididos entre a Câmara local e a Agência de Desenvolvimento Gardunha 21, disse ao Diário XXI o vereador Paulo Fernandes. Nesta primeira fase do projecto, pretende-se implementar parte dos percursos pedestres da Serra da Gardunha, um centro de BTT na urbe, 'para fazer a ligação entre a cidade e a Serra', e mais duas rotas de BTT. Estes trilhos vêm assim juntar-se à já existente Rota da Cereja.O projecto tem como prazo previsto de término, o ano de 2012, o que significará que o concelho terá à disposição dos turistas 600 quilómetros de percurso 'devidamente marcado e estruturado', Segundo realça Paulo Fernandes, este projecto fará a ponte entre outras 'grandes rotas', uma vez que o concelho vai ser atravessado por várias de âmbito regional: do Zêzere, das Aldeias do Xisto e Históricas e da Transumância. 'Vai fazer a ligação entre o espaços naturais, como as serras da Estrela, Malcata e Gardunha, continua pela linha da campina de Idanha, seguindo até ao Tejo Internacional', desvanda o vereador.
Para o Fundão o turismo de natureza é 'um produto estratégico regional e o mais importante para o concelho do Fundão em termos da sua afirmação futura, pelos seus valores naturais, rurais e excelente pratica para vertente activa e de componente cultural', frisa Paulo Fernandes, explicando a aposta neste projecto. 'As rotas, as aldeias, o núcleo histórico do Fundão e a Serra [da Gardunha] são valores tremendos que devem ser explorados com este projecto', antevê, acrescentando que 'o Fundão poderá ser um destino extraordinário do turismo de natureza',
As rotas e o objectivo do projecto, apresentado publicamente na última sexta-feira, resulta de uma parceria com o projecto Polis XXI. Estão previstos 13 percursos pedestres, como as rotas da Cereja, dos Castanheiro, dos Templários, da Gardunha, do Rio Ocreza, do Carvalhal, da Penha e do Alcambar, entre outras. Os trilhos de BTT são: nas Margens do Zêzere (com três alternativas consoante o grau de dificuldade desejado), da gardunha (com seis), da BTT Gardunha e Cova da Beira (com duas).
In Diário XXI, 26/05/2009
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domingo, maio 24, 2009
CONVENTO DE SANTO ANTÓNIO - UMA JÓIA DO BARROCO EM PENAMACOR
No decurso das conferências «O Fio da História» organizadas para comemorar os 800 anos do foral de Penamcor, tive oportunidade de visitar o Convento de Santo António de Penamacor, jóia do barroco português, que desconhecia e que em boa-hora está a ser restaurado pela Santa Casa da Misericóridia local. Aqui ficam algumas fotos dessa jóia do barroco e desejar que após as obras de recuperção esse convento seja mais divulgado, pois a sua qualidade artística bem merece.
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sábado, maio 16, 2009
DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS - MUSEU ARQUEOLÓGICO DO FUNDÃO

No próximo dia 17 de Maio a partir das 14h30, o Museu Arqueológico do Fundão, antecipa as comemorações do Dia Internacional dos Museus com uma série de actividades lúdicas, pedagógicas e educativas.
Durante a tarde de Domingo decorrerá uma mostra de trabalhos de alunos da Escola Secundária do Fundão, é inaugurada a exposição “O sentir das coisas - 40 anos de coleccionismo”, de João Barroca e apresentada a Revista Eburobriga n.º 5.
As visitas ao Museu serão gratuitas e guiadas por alunos da Escola Secundária do Fundão.
Durante a tarde de Domingo decorrerá uma mostra de trabalhos de alunos da Escola Secundária do Fundão, é inaugurada a exposição “O sentir das coisas - 40 anos de coleccionismo”, de João Barroca e apresentada a Revista Eburobriga n.º 5.
As visitas ao Museu serão gratuitas e guiadas por alunos da Escola Secundária do Fundão.
terça-feira, maio 12, 2009
domingo, maio 10, 2009
sexta-feira, maio 01, 2009
ANTIGOS BRASÕES MUNICIPAIS
sexta-feira, abril 24, 2009
INAUGURAÇÃO DO MUSEU À DESCOBERTA DO NOVO MUNDO
É inaugurado no domingo, 26, o novo museu “À descoberta do Novo Mundo”, alusivo aos Descobrimentos
Uma infra-estrutura que reforça a ligação ao Brasil e que repõe, segundo o autarca local, Amândio Melo, alguma justiça a Belmonte, pois nas comemorações dos 500 anos da epopeia de Pedro Álvares Cabral “não foi dado o devido valor a Belmonte”. “Faz-se justiça à nossa história. O museu vai contribuir para repor justiça a Belmonte”. É assim que o presidente da Câmara de Belmonte, Amândio Melo, encara a inauguração do novo museu “À descoberta do Novo Mundo”, no próximo domingo, 26, de manhã, enquadrada no programa das festas do concelho belmontense. Uma nova infra-estrutura em que o tema principal é a descoberta do Brasil, a epopeia de Pedro Álvares Cabral e a ligação da sua terra natal, Belmonte, a terras de Vera Cruz. Segundo o autarca, aquando das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, Belmonte não foi alvo da devida atenção por parte dos responsáveis pela comemoração da efeméride. Para além da apresentação de uma colecção de selos dos CTT alusivos à data, pouco mais foi dado a Belmonte, tendo sido concentrada a maior parte das festividades em Santarém, terra à qual Pedro Álvares Cabral também está ligado. “Belmonte é o berço da epopeia dos descobrimentos, na qual a descoberta do Brasil foi o ponto alto. E quem o descobriu era de cá. Penso que não foi dada a devida importância a Belmonte nesse contexto. Não ficou um marco físico que assinalasse a data. O museu vai ajudar a repor essa justiça” frisa Amândio Melo, que lembra que esta é uma infra-estrutura de cariz nacional, pois é o único museu do País que se vai dedicar inteiramente ao tema. Numa terra na qual se registaram cerca de 52 mil entradas em espaços museológicos no último ano, o autarca frisa a importância de ter mais um espaço em que a oferta é diferente da que existe até então. “Temos um fluxo turístico muito apetecível. Os números que temos são relativos a entradas em museus, mas há pessoas que não os visitam, daí que isso nos leva a crer que ainda há mais gente a visitar Belmonte. Este é o quinto museu temático que abrimos, que aborda uma parte muito importante da história de Portugal. É o ex-líbris da musealização no concelho, pois alia a antiguidade à modernidade, uma vez que aposta muito nas novas tecnologias, que estarão ao serviço da História” afirma o presidente da Câmara de Belmonte. Para a inauguração já foram convidados membros do Governo (é possível que o ministro da Cultura marque presença), entidades brasileiras e já está assegurada a presença do Embaixador do Brasil em Portugal. O espaço, após a inauguração oficial, ficará logo a funcionar. Espaço de emoções e sensações Já divulgado na Internet e com um spot publicitário que passará na TV, o novo museu é catalogado como um espaço de emoções, sensações e afectos. Composto por 16 salas, proporciona ao visitante, numa interacção permanente, o reencontro com alguns momentos marcantes da História, como Época dos Descobrimentos, a Descoberta do Brasil, os seus povos, a música, a língua e a biodiversidade. Haverá uma sala em que o visitante ficará a conhecer a evolução urbana de Belmonte desde o século XV; outra dedicada a Lisboa, o centro das grandes decisões de então; uma outra sala dedicada aos Descobrimentos, focará esta temática desde 1415, até à chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498. Depois, na sala seguinte, apresentar-se-á o ambiente de preparação de uma armada, explicando a constituição da Armada de Cabral e da vida a bordo. Haverá um espaço dedicado ao alto mar, em que se recriam os bons e maus momentos vividos nesta viagem pelos marinheiros. Após ser retratado o final da viagem de Pedro Álvares Cabral, em que se destacam a descoberta de terra firme e o desembarque, o visitante tem a possibilidade de assistir aos primeiros contactos entre portugueses e índios e a primeira missa que se realizou em Terras de Vera Cruz. Esta sala será mais aquecida do que as anteriores uma vez que se pretende recriar o clima daquela zona do Brasil. Ou seja, o visitante é convidado a viver e sentir o que é o Brasil. O visitante é depois convidado a conhecer a biodiversidade e a riqueza ambiental existente no Brasil. Depois, mostra-se ao visitante os diferentes povos que habitaram no Brasil e como construíram o país, ao longo dos tempos, bem como as indumentárias por si usadas, na Sala dos Povos e Construção do Brasil. Na Sala da Palavra, pretende-se abordar o papel que das diversas línguas nos primeiros contactos entre portugueses e indígenas, sendo também retratado o discurso feito pelo Padre António Vieira, aos Índios no período da descoberta do Brasil. O tráfico negreiro, é retratado, no Corredor da Escravatura, transportando o visitante para o ambiente vivido pelos escravos durante a época dos descobrimentos A música é um dos factores mais marcantes na cultura do Brasil, na Sala dedicada a esta temática, o visitante tem a oportunidade de contactar com a diversidade dos ritmos e sons que influenciam a música brasileira. Na sala dedicada aos produtos e bens característicos do Brasil pretende-se dar conhecer a riqueza e diversidade de frutos e vegetais. No final da exposição haverá uma sala onde se irá salientar a ligação existente entre Portugal e Brasil.
Uma infra-estrutura que reforça a ligação ao Brasil e que repõe, segundo o autarca local, Amândio Melo, alguma justiça a Belmonte, pois nas comemorações dos 500 anos da epopeia de Pedro Álvares Cabral “não foi dado o devido valor a Belmonte”. “Faz-se justiça à nossa história. O museu vai contribuir para repor justiça a Belmonte”. É assim que o presidente da Câmara de Belmonte, Amândio Melo, encara a inauguração do novo museu “À descoberta do Novo Mundo”, no próximo domingo, 26, de manhã, enquadrada no programa das festas do concelho belmontense. Uma nova infra-estrutura em que o tema principal é a descoberta do Brasil, a epopeia de Pedro Álvares Cabral e a ligação da sua terra natal, Belmonte, a terras de Vera Cruz. Segundo o autarca, aquando das comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil, Belmonte não foi alvo da devida atenção por parte dos responsáveis pela comemoração da efeméride. Para além da apresentação de uma colecção de selos dos CTT alusivos à data, pouco mais foi dado a Belmonte, tendo sido concentrada a maior parte das festividades em Santarém, terra à qual Pedro Álvares Cabral também está ligado. “Belmonte é o berço da epopeia dos descobrimentos, na qual a descoberta do Brasil foi o ponto alto. E quem o descobriu era de cá. Penso que não foi dada a devida importância a Belmonte nesse contexto. Não ficou um marco físico que assinalasse a data. O museu vai ajudar a repor essa justiça” frisa Amândio Melo, que lembra que esta é uma infra-estrutura de cariz nacional, pois é o único museu do País que se vai dedicar inteiramente ao tema. Numa terra na qual se registaram cerca de 52 mil entradas em espaços museológicos no último ano, o autarca frisa a importância de ter mais um espaço em que a oferta é diferente da que existe até então. “Temos um fluxo turístico muito apetecível. Os números que temos são relativos a entradas em museus, mas há pessoas que não os visitam, daí que isso nos leva a crer que ainda há mais gente a visitar Belmonte. Este é o quinto museu temático que abrimos, que aborda uma parte muito importante da história de Portugal. É o ex-líbris da musealização no concelho, pois alia a antiguidade à modernidade, uma vez que aposta muito nas novas tecnologias, que estarão ao serviço da História” afirma o presidente da Câmara de Belmonte. Para a inauguração já foram convidados membros do Governo (é possível que o ministro da Cultura marque presença), entidades brasileiras e já está assegurada a presença do Embaixador do Brasil em Portugal. O espaço, após a inauguração oficial, ficará logo a funcionar. Espaço de emoções e sensações Já divulgado na Internet e com um spot publicitário que passará na TV, o novo museu é catalogado como um espaço de emoções, sensações e afectos. Composto por 16 salas, proporciona ao visitante, numa interacção permanente, o reencontro com alguns momentos marcantes da História, como Época dos Descobrimentos, a Descoberta do Brasil, os seus povos, a música, a língua e a biodiversidade. Haverá uma sala em que o visitante ficará a conhecer a evolução urbana de Belmonte desde o século XV; outra dedicada a Lisboa, o centro das grandes decisões de então; uma outra sala dedicada aos Descobrimentos, focará esta temática desde 1415, até à chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498. Depois, na sala seguinte, apresentar-se-á o ambiente de preparação de uma armada, explicando a constituição da Armada de Cabral e da vida a bordo. Haverá um espaço dedicado ao alto mar, em que se recriam os bons e maus momentos vividos nesta viagem pelos marinheiros. Após ser retratado o final da viagem de Pedro Álvares Cabral, em que se destacam a descoberta de terra firme e o desembarque, o visitante tem a possibilidade de assistir aos primeiros contactos entre portugueses e índios e a primeira missa que se realizou em Terras de Vera Cruz. Esta sala será mais aquecida do que as anteriores uma vez que se pretende recriar o clima daquela zona do Brasil. Ou seja, o visitante é convidado a viver e sentir o que é o Brasil. O visitante é depois convidado a conhecer a biodiversidade e a riqueza ambiental existente no Brasil. Depois, mostra-se ao visitante os diferentes povos que habitaram no Brasil e como construíram o país, ao longo dos tempos, bem como as indumentárias por si usadas, na Sala dos Povos e Construção do Brasil. Na Sala da Palavra, pretende-se abordar o papel que das diversas línguas nos primeiros contactos entre portugueses e indígenas, sendo também retratado o discurso feito pelo Padre António Vieira, aos Índios no período da descoberta do Brasil. O tráfico negreiro, é retratado, no Corredor da Escravatura, transportando o visitante para o ambiente vivido pelos escravos durante a época dos descobrimentos A música é um dos factores mais marcantes na cultura do Brasil, na Sala dedicada a esta temática, o visitante tem a oportunidade de contactar com a diversidade dos ritmos e sons que influenciam a música brasileira. Na sala dedicada aos produtos e bens característicos do Brasil pretende-se dar conhecer a riqueza e diversidade de frutos e vegetais. No final da exposição haverá uma sala onde se irá salientar a ligação existente entre Portugal e Brasil.
In Notícias da Covilhã, 24/04/2009
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sexta-feira, abril 10, 2009
NÃO GOSTAVA DE SER MINISTRO NUM PAÍS COM DIFICULDADES
Na apresentação de um programa de apoio às empresas, o Ministro Manuel Pinho teve esta afirmação brilhantíssima: "Gostava muito de não ser Ministro da Economia num País com tantas dificuldades". Sinceramente nunca tinha ouvido dizer uma aberração destas a nenhum governante (nem joão Jardim diria tal disparate)! Será que o senhor ministro vive neste planeta? Será que o senhor ministro não conhece a política irresponsável que o seu governo tem feito? Caro ministro o senhor só está a colher as tempestades que o seu governo semeou, que se juntaram à crise internacional. Por isso se não gosta de ser ministro num país em crise vá-se embora. E já agora pode levar os seus colegas do governo, porque o país não merece um governo assim!sábado, abril 04, 2009
ADUFE nº 14

Saiu mais um número da Adufe, revista cultural de Idanha-a-Nova. Continua a mesma qualidade e a vontade de ler tudo de uma vez, mas desta vez tenho um reparo a fazer. No artigo sobre Duarte d´Armas, como foi possível que o autor não tenha sequer feito menção aos cinco castelos do concelho de Idanha-a-Nova (Idanha-a-Nova, Monsanto, Penha Garcia, Salvaterra do Extremo e Segura) retratados no Livro das Fortalezas de Duarte d´Armas? Não reproduziu a imagem de nenhum castelo, quando podia pelo menos reproduzir um da obra do General João de Almeida (embora esses tenham sido amputados de legendas e pormenores). Lamento e espero que no futuro Duarte D´Armas tenha um artigo mais digno e que dê a conhecer a muita gente como eram essas cinco povoações do actual concelho de Idanha-a-Nova no ano de 1509. Como foi o título completo da obra de Duarte d´Armas - Livro das Fortalezas que são no Extremo de Portugal, que inspirou o nome deste blog fica prometido que no futuro colocarei umas mensagens a propósito desse autor e dessa magnífica obra do século XVI.
sexta-feira, março 27, 2009
PARAGEM DE AUTOCARRO COM SOFÁ
quinta-feira, março 19, 2009
FUNDÃO CRIA ARQUIVO DE SONS TRADICIONAIS
O projecto intitula-se Tradições Digitais e contém desde cantares, a contos e lendas, registados junto da população do Fundão A Câmara do Fundão vai disponibilizar parte do arquivo digital de tradições do concelho num novo laboratório multimédia aberto a todo o público e concebido em parceria com a Casa da Música, do Porto. 'O projecto Tradições Digitais é muito importante, sobretudo tendo em conta que somos do poucos países da Europa que não tem um arquivo da nossa etnomusicologia [antropologia da música]', explicou à Agência Lusa, Paulo Fernandes, vereador com o pelouro da Cultura.Durante os últimos anos, uma equipa da Câmara do Fundão tem calcorreado o concelho e registado em áudio e vídeo os cantares, contos, lendas e outros relatos junto da população. 'Há centenas de horas de gravação', num trabalho que 'ainda não está terminado', realça Paulo Fernandes. 'Está tudo a ser catalogado num servidor, de acordo com as regras arquivísticas', Uma parte já poderá ser utilizada por quem quiser dar asas à criatividade no novo laboratório (Crialab) e no futuro Paulo Fernandes antevê o acesso através de um portal na Internet.'Imagine-se: nesta altura podemos querer pesquisar canções da Quaresma, noutra podemos procurar elementos ligados à pastorícia ou outra tradição. Vai ficar tudo gravado em boas fontes digitais de som e imagem para todo o sempre', destaca. 'Para que no futuro possam ser matéria-prima para novas criações', acrescentou, de olhos postos nos computadores multimédia que compõem o Crialab.
Diário XXI, 19/03/2009
quarta-feira, março 11, 2009
PROGRAMA CONFERÊNCIA «FIO DA HISTÓRIA» 800 ANOS FORAL DE PENAMACOR
Salão Nobre da Câmara Municipal de Penamacor
14 de Março de 2008
sábado, março 07, 2009
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
PATRIMÓNIO DA REGIÃO A SAQUE
Sucedem-se relatos do seu desaparecimento na calada da noite. Imagens de santos, brasões, colunas e sacrários furtados, já sem contar com o que é vendido para Espanha. “Roubam tudo, imagens, sacrários, talhas, até as colunas das ermidas”
MADRUGADA de 18 de Maio. A rádio de Monsanto emitia a triste notícia: “A coberto da noite, vândalos criminosos, ainda não identificados, roubaram, nesta madrugada, mais um Brasão de Armas Reais de Monsanto, uma peça importante do conjunto histórico das chamadas “Portas de Santo António”, situadas no lado poente da Vila, da época Manuelina. A população de Monsanto está muito justamente revoltada contra esta delapidação do seu património secular e pede medidas adequadas contra os criminosos. Quem souber de informações acerca deste roubo é favor contactar, com a máxima urgência, a GNR ou a Junta de Freguesia de Monsanto”.
Assim desaparecia, tal como o próprio Brasão de Armas da Vila de Monsanto, há vários anos, subtraído do alto do Castelo, o Brasão Manuelino, cravado na porta poente da muralha da vila de Monsanto. Desta vez, conta António Catana, o conhecido investigador do concelho de Idanha, “removeram totamente a pedra onde o brasão se encontrava esculpido. Tiveram, para isso, que trazer uma carrinha para o transportar, é decerto uma rede bem organizada e ninguém na vila se apercebeu deste roubo durante a noite”.
O investigador idanhense, que muito tem contribuído para a valorização do património histórico-cultural do seu concelho, seja o património construído e objectos de arte, seja o inumerável manancial de património imaterial, com as cantigas, as lendas e orações, os usos e costumes, com sucessivas edições, dá-nos conta da sucessiva delapidação do património regional. “Em Novembro, da igreja matriz de Proença-a-Velha, “foram retiradas quatro colunas do altar-mor e os quatro anjos do altar lateral, a imagem do Espírito Santo e ainda mais uns castiçais e tochas”, lamenta António Catana. Na noite de 12 de Dezembro, mais um saque, desta vez na Ermida da Senhora da Granja, situada no caminho rural entre Proença-a-Velha e a Aldeia de Santa Margarida. “Roubaram o trono e o sacrário em talha dourada e duas colunas laterais. Roubam tudo o que tem valor, imagens, sacrários, talhas, até as colunas das ermidas”, lamenta. Há 20 anos, já haviam sido pilhados da isolada ermida duas dezenas de ex-votos (também conhecidos pelos quadros dos milagres). Investigações da Polícia Judiciária conseguiram reaver, algures no Alentejo, apenas dois desses valiosos objectos de arte sacra, recorda. Na noite de 4 para 5 de Janeiro deste ano de 2009, “foram roubadas duas colunas laterais do próprio alpendre da Ermida de Santa Catarina, situada em São Miguel D’Acha. Para melhor remover uma das colunas, os larápios chegaram a remover uma das pedras do lajedo”, esclarece, acrescentando que, nessa mesma noite, foi subtraída toda a escadaria em cantaria de uma casa abandonada próximo da igreja, no coração da aldeia.
“Para além de ser um património de muito valor histórico e cultural é a própria identidade local e regional que vai desaparecendo”, lamenta o investigador.
MADRUGADA de 18 de Maio. A rádio de Monsanto emitia a triste notícia: “A coberto da noite, vândalos criminosos, ainda não identificados, roubaram, nesta madrugada, mais um Brasão de Armas Reais de Monsanto, uma peça importante do conjunto histórico das chamadas “Portas de Santo António”, situadas no lado poente da Vila, da época Manuelina. A população de Monsanto está muito justamente revoltada contra esta delapidação do seu património secular e pede medidas adequadas contra os criminosos. Quem souber de informações acerca deste roubo é favor contactar, com a máxima urgência, a GNR ou a Junta de Freguesia de Monsanto”.
Assim desaparecia, tal como o próprio Brasão de Armas da Vila de Monsanto, há vários anos, subtraído do alto do Castelo, o Brasão Manuelino, cravado na porta poente da muralha da vila de Monsanto. Desta vez, conta António Catana, o conhecido investigador do concelho de Idanha, “removeram totamente a pedra onde o brasão se encontrava esculpido. Tiveram, para isso, que trazer uma carrinha para o transportar, é decerto uma rede bem organizada e ninguém na vila se apercebeu deste roubo durante a noite”.
O investigador idanhense, que muito tem contribuído para a valorização do património histórico-cultural do seu concelho, seja o património construído e objectos de arte, seja o inumerável manancial de património imaterial, com as cantigas, as lendas e orações, os usos e costumes, com sucessivas edições, dá-nos conta da sucessiva delapidação do património regional. “Em Novembro, da igreja matriz de Proença-a-Velha, “foram retiradas quatro colunas do altar-mor e os quatro anjos do altar lateral, a imagem do Espírito Santo e ainda mais uns castiçais e tochas”, lamenta António Catana. Na noite de 12 de Dezembro, mais um saque, desta vez na Ermida da Senhora da Granja, situada no caminho rural entre Proença-a-Velha e a Aldeia de Santa Margarida. “Roubaram o trono e o sacrário em talha dourada e duas colunas laterais. Roubam tudo o que tem valor, imagens, sacrários, talhas, até as colunas das ermidas”, lamenta. Há 20 anos, já haviam sido pilhados da isolada ermida duas dezenas de ex-votos (também conhecidos pelos quadros dos milagres). Investigações da Polícia Judiciária conseguiram reaver, algures no Alentejo, apenas dois desses valiosos objectos de arte sacra, recorda. Na noite de 4 para 5 de Janeiro deste ano de 2009, “foram roubadas duas colunas laterais do próprio alpendre da Ermida de Santa Catarina, situada em São Miguel D’Acha. Para melhor remover uma das colunas, os larápios chegaram a remover uma das pedras do lajedo”, esclarece, acrescentando que, nessa mesma noite, foi subtraída toda a escadaria em cantaria de uma casa abandonada próximo da igreja, no coração da aldeia.
“Para além de ser um património de muito valor histórico e cultural é a própria identidade local e regional que vai desaparecendo”, lamenta o investigador.
In Jornal do Fundão - online, 25/02/2009
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
800 ANOS DO FORAL DE PENAMACOR
O concelho de Penamacor vai comemorar ao longo de 2009 os 800 anos da atribuição do Foral por Rei D. Sancho I, com um programa de actividades que inclui conferências, música, teatro e uma feira medieval no dia 31 de Maio. As comemorações arrancaram oficialmente no último sábado, dia 14 de Fevereiro, prologando-se até Dezembro. Das iniciativas destacam-se o ciclo de conferências «O Fio da História», que se iniciam no dia 14 de Março.sexta-feira, fevereiro 13, 2009
PROCURA-SE FÓSSIL ROUBADO
Como se já não bastassem os roubos de arte sacra e outro património da Beira Interior, agora até o património é alvo de roubo, é o caso do Trono Fóssil dos Perais. É um grande fragmento de tronco petrificado, mede 1 metro de diâmetro e tem uma idade superior a 5 milhões de anos. Foi identificado pelos paleobotânicos como Annonoxylon teixeirae, uma espécie de anoneira encontrada pela primeira vez em Portugal. Quem souber do seu paradeiro é favor contactar as autoridades.
Foto NaturTejo Geopark
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