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sexta-feira, maio 08, 2020

MUSEUS CENTENÁRIOS - SELO MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR

Mais uma vez os CTT emitiram em 21 de Março um selo relativo ao distrito de Castelo Branco, desta vez na emissão «Museus Centenários», relembrando o centenário do Museu Francisco Tavares Poença Júnior, fundado em 1910.


domingo, agosto 13, 2017

BRASÃO DE ARMAS DA CIDADE DE CASTELO BRANCO


Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário do Governo, I Série de 11/01/1936



Armas Escudo de vermelho, com um castelo de prata aberto e iluminado de negro. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco, com a legenda a negro : " CIDADE DE CASTELO BRANCO ".






sexta-feira, junho 30, 2017

65º ANIVERSÁRIO DA FORÇA AÉREA - CASTELO BRANCO AIR SHOW

02 de julho de 2017 - 15H30
Aeródromo Municipal de Castelo Branco

Não perca, no dia 02 de julho de 2017, pelas 15h30, no Aeródromo Municipal de Castelo Branco, o International Airshow, que contará com a presença de vários meios aéreos nacionais e internacionais.
Nas aeronaves nacionais podemos contar com a presença do F-16, C-295M, P-3C Cup+, C-130H, Alpha-Jet, Epsilon TB-30, Chipmunk Mk20 e o Alouette III.
Assistir à largada de paraquedistas "Falcões Negros" e acompanhar manobras do avião KC-390.
A Patrulla Águilla, do Ejército del Aire, Espanha é outra das protagonistas deste festival aéreo.

terça-feira, abril 18, 2017

CASTELO BRANCO: Um Século de Imagens

Está patente na Casa do Arco do Bispo, a exposição «CASTELO BRANCO: Um Século de Imagens». Esta exposição é constituída pelo arquivo de Veríssimo Bispo, apresenta um conjunto de fotografias da cidade albicastrense ao longo de 100 anos.
A entrada é livre e poderá visitá-la até ao dia 30 de Abril.

terça-feira, abril 11, 2017

EXPOSIÇÃO NUMISMÁTICA – HISTÓRIAS DE PORTUGAL E DO MUNDO NA SALA DA NORA DO CINE-TEATRO AVENIDA

Exposição que reúne um importante espólio de moedas que nos apresentam temas como os Reis de Portugal, Religião e Missões Missionárias, referências aos vultos das Artes e Letras e momentos importantes da vida colectiva.
Jorge Alves é colecionador numismático e apresenta aqui, pela primeira vez, o trabalho de estruturação do seu espólio.

Texto Agenda Cultura Vibra

segunda-feira, janeiro 30, 2017

CEM ANOS DA PARTIDA DAS PRIMEIRAS TROPAS PORTUGUESAS PARA FRANÇA





Em março de 1916 a Alemanha declarou guerra a Portugal. Antes disso já tinham ocorrido diversos combates na fronteira sul de Angola e no extremo norte de Moçambique. Mas só a 30 de janeiro de 1917 é que o país finalmente se envolveu no teatro de guerra europeu, enviando a 1ª Brigada do Corpo Expedicionário Português (CEP) para França. Nessa data iniciaram a partida de Lisboa, rumo a Brest, em França, em navios cedidos pela Inglaterra, as companhias do Batalhão de Infantaria nº 23, da Covilhã, que incluía uma companhia de Castelo Branco e outra de Penamacor. Começava assim, a  presença das tropas da Beira nos sangrentos campos de batalha da Flandres.

segunda-feira, novembro 21, 2016

Casa da Memória Judaica e dos Cristãos Novos de Castelo Branco

 
O novo espaço museológico situado na rua das Olarias, foi inaugurado no dia 11 de Novembro e resulta de um investimento da Câmara Municipal de Castelo Branco. Surge dividido em diferentes áreas e pretende retratar a presença judaica na cidade, bem como distinguir algumas personalidades como Amato Lusitano e Afonso de Paiva.
Na Casa, os visitantes são convidados a percorrerem um «túnel escuro» onde a questão da inquisição e da tortura são retratadas. Os nomes dos judeus albicastrenses que a inquisição condenou surgem evidenciados num painel, sendo possível através de um sistema virtual saber a informação sobre cada uma dessas pessoas. Será também possível observar uma maquete de Castelo Branco quinhentista e a sua ligação aos portados, bem como artefactos ligados aos judeus. O edifício terá também um espaço para conferências e uma zona de consultas de documentos.
A Casa da Memória Judaica e dos Cristãos Novos de Castelo Branco vai fazer parte da rede de espaços culturais do concelho de Castelo Branco, como o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, Museu Cargaleiro, Museu do Canteiro, Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, Antigo Edifício dos CTT, os futuros museus dos Têxteis (Cebolais de Cima/Retaxo), da Seda (na APPACDM), Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco ou a Fábrica da Criatividade, entre outros.
Este é mais um espaço intervencionado no âmbito do Projeto Rotas de SEFARAD – Valorização da Identidade Judaica Portuguesa no Diálogo Interculturas”, que contempla 18 intervenções físicas e museológicas, distribuídas de norte a sul do território nacional.

sexta-feira, novembro 07, 2014

6 DE NOVEMBRO DE 1954 - TORNADO EM CASTELO BRANCO


Cinco mortos, 220 feridos e mais de 40 000 pessoas com prejuízos foi o resultado, relatado pelos órgãos de comunicação social da altura, entre os quais o Reconquista, sobre aquilo a que em 1954, chamaram tufão.
O Instituto de Meteorologia recorda que não existe em Portugal informação apurada sobre a frequência com que ocorrem os tornados ou outros fenómenos da natureza.
Do conhecimento histórico que se tem do fenómeno em Portugal continental, o tornado que maior impacto causou no decorrer do último século foi o registado em Castelo Branco, no ano de 1954. De uma maneira geral, estima-se que existam em média, por ano, cerca de duas ocorrências, valor pouco significativo quando comparado com outras regiões do globo.
Assim se descrevia, resumidamente o que se passou na altura. Castelo Branco, 6 de Novembro de 1954, 12H50, duração 30 segundos. Ruído estranho, longínquo. Escureceu. Uma enorme nuvem negra tendo um feitio estranho aproximava-se a uma velocidade fantástica. Escuridão profunda e um ruído espantoso como se milhares de aviões passassem.
"Vivi essa situação, tinha 10 anos, estava em casa com a minha mãe, na rua Prior Vasconcelos, junto aos Três Globos. Ouço um grito da minha mãe, vou a correr para a cozinha e vejo uma nuvem negríssima na minha frente. Passados uns instantes um grande estrondo: era o telhado a desabar e a voar. Começa a haver inundação", conta o meteorologista Manuel Costa Alves ao Reconquista.
Um testemunho de muita emoção, sobretudo quando recorda o passeio que deu com o pai, durante a tarde. "O meu pai que trabalhava em frente dos Correios não sentiu nada. Ele saia à uma e quando ia para casa, depois de passar o Banco de Portugal é que se apercebe de algo muito estranho. Inúmeros destroços, carros voltados ao contrário, árvores ceifadas. Via-se de tudo um pouco e quando saí com ele o que mais me impressionou foi a oficina dos Valentes, completamente destroçada", recorda.
Ainda citando a imprensa da altura, referia-se que o vento entrou pelo poente e atingiu metade da cidade, tendo-se salvo a zona do Castelo, que teria sido catastrófico que tivesse sido atingida.
Automóveis e camiões voltados e arrastados, cobertura metálica do mercado arremessada, a enorme cúpula de ferro (com oito grossos suportes de ferro) do coreto colocada no solo ao seu lado, portões separados dos gonzos e arremessados, varandas retorcidas, ala esquerda do quartel de Cavalaria destruída, muros caídos, pessoas levadas, postes de ferro dobrados, camioneta carregada projetada a 20 metros... um cenário perfeito de destruição que dizia-se parecia que "tinha havido um bombardeamento".
"Até apareceu, junto ao Hotel Turismo, que também ficou deveras destruído, um objeto que pertencia ao cemitério de Benquerenças. O caos total", diz Costa Alves.

quarta-feira, setembro 11, 2013

LUTA PELA DEFESA DO COLÉGIO MILITAR EM CASTELO BRANCO

Sete ruas de Castelo Branco acordaram, na passada segunda-feira, com as placas que lhe divulgam a graça, tapadas com uma facha negra e a frase "Matar o Colégio Militar é Matar a nossa história". A iniciativa partiu da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar (AAACM), que promoveu esta ação em todas as capitais de distrito e em ruas cujos nomes estejam ligados ao Colégio Militar.
Em Castelo Branco a ação envolveu as ruas Tenente Valadim, Comendador Filipe Trajano Vieira da Rocha, Serpa Pinto, Carlos Selvagem, e as avenidas General Humberto Delgado e António Sérgio.
O objetivo da campanha foi alertar "a necessidade de suspensão do despacho n.º 4785 de 8 de abril de 2013 do Ministro da Defesa Nacional", promovendo assim a defesa e a manutenção do Colégio Militar, uma instituição com mais de dois séculos que já deu nomes a mais de duas mil ruas do nosso país.
A Associação de Antigos Alunos explica, no seu sitio da internet, que "ao evocar a memória desses antigos alunos do Colégio Militar que fazem parte da história de Portugal, pretende-se simbolizar a importância de preservar os valores e instituições que sustentam a identidade da nossa nação porque, «Matar o Colégio Militar é matar a História de Portugal»".
A campanha dos antigos alunos teve início a 31 de agosto e prolonga-se durante 12 dias, com intervenções nos canais televisivos, rádios e imprensa. Entretanto, foi também criado um site, www.emdefesadocolegiomilitar.pt, que será atualizado.
Em termos nacionais são várias a personalidades que estão a dar a cara pela campanha, casos de Adriano Moreira, Vasco Rocha Vieira, António Reffóios, José Fanha, Luís Esparteiro ou Ricardo Bayão Horta.
 
In jornal Reconquista online, 4/9/2013


sexta-feira, julho 19, 2013

BEIRA BAIXA ANTIGA EM IMAGENS

 CASTELO BRANCO anos 1910s " Praça Metalica "
Edição: Não identificada
Data: Anos 1910s exemplar circulado com data do ano 1919
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sexta-feira, junho 21, 2013

SÉ DE CASTELO BRANCO EM SELO

Os CTT acabam de lançar um selo no valor de 0,36 cts, alusivo à Sé de Castelo Branco, inserido no 2º grupo da série Rota das Catedrais. O distrito de Castelo Branco volta assim a ser novamente retratado em selos. Este ano já é o terceiro selo com motivos do distrito, depois do selo alusivo à festa da Sra. do Almurtão e do Instituto das Missões de Cernache do Bonjardim-Sertã.

domingo, setembro 02, 2012

MAIS UM TROÇO DA MURALHA DE CASTELO BRANCO

Passeando recentemente pela zona antiga de Castelo Branco encontrei esta obra. Será que estão a colocar mais um troço da muralha à vista? Penso, que sim porque a muralha devia localizar-se naquele naquele local. Com tempo terei de tentar confirmar essa localização no «Livro das Fortalezas» de Duarte d´Armas.
Já agora fica também a sugestão para retirarem dali as inestéticas caixas de electricidade que ficam muito mal numa zona antiga.

quinta-feira, setembro 23, 2010

CASTELO BRANCO 1830-1930 - UM SÉCULO DE VIDA DA CIDADE

O segundo volume do estudo "Castelo Branco 1830-1930 - Um século na Vida da Cidade" foi apresentado, na passada quinta-feira. A obra editada pela Câmara Municipal de Castelo Branco, resulta de um trabalho de investigação desenvolvido pelo albicastrense Manuel Morais Martins e constitui mais um valioso contributo para a história da cidade de Castelo Branco.

sexta-feira, julho 11, 2008

AS TERRAS DO EXTREMO NO PASSADO: CASTELO BRANCO

O amigo Albicastrense (http://castelobrancocidade.blogspot.com/) congratulou-se com as obras de recuperação de um prédio na Rua Sidónio Pais??. Aqui ficam as imagens de uns postais antigos do largo onde se situa esse prédio.